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No Congresso, Bolsonaro reafirma compromisso com a Constituição

Por Carolina Gonçalves e Karine MeloAgência Brasil |
| Tempo de leitura: 2 min
Solenidade. O presidente eleito Jair Bolsonaro, o vice, general Mourão, e o presidente do STF, Dias Toffoli, durante comemoração aos 30 anos da Constituição Brasileira
Solenidade. O presidente eleito Jair Bolsonaro, o vice, general Mourão, e o presidente do STF, Dias Toffoli, durante comemoração aos 30 anos da Constituição Brasileira

Na primeira visita ao Congresso Nacional desde que foi eleito, Jair Bolsonaro reafirmou seu compromisso com a Constituição Federal, e afirmou que todos os Poderes da República têm o compromisso de preservar a Carta Magna, que completa 30 anos.

"Na democracia só existe um norte que é o da nossa Constituição. Juntos, vamos continuar construindo o Brasil que nosso povo merece. Temos tudo para ser uma grande nação", disse ao declarar estar feliz com o retorno à Casa e lembrar que os presentes na sessão ocupam cargos chaves capazes de mudar o futuro da nação.

Pouco antes, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, defendeu que, passadas as eleições, o Brasil precisa encontrar um ponto de união em meio às diferenças. Durante o evento, Toffoli defendeu dedicação às reformas essenciais e destacou, como principais, as mudanças previdenciárias, tributárias e fiscais e a promoção da segurança pública.

"É momento de reafirmar nosso comprometimento com a manutenção e longevidade da nossa Constituição. País sempre demanda atualização da Carta. É hora de celebrarmos um grande pacto nacional para juntos trilharmos caminho na busca de reformas fundamentais que precisamos enfrentar", disse.

Toffoli disse ser testemunha de que o Congresso tem conseguido atualizar as leis com a votação de emendas e projetos e assegurou que Judiciário continuará sendo moderador nas questões fundamentais para o país que precisarão ser apaziguadas.

MINISTÉRIOS.

Jair Bolsonaro (PSL), afirmou também nesta terça que pretende anunciar até o final deste mês seu ministério completo e que sua ideia é colocar pessoas competentes de cada área e patriotas nos cargos. Ao sair de reunião no comando da Marinha, Bolsonaro disse a jornalistas que o general Augusto Heleno, indicado para ser titular do Ministério da Defesa, pode ser nomeado para o Gabinete de Segurança Institucional, que fica dentro do Palácio do Planalto.

"Quem é que pode se dar ao luxo de se privar da companhia de uma pessoa como o general Heleno ao seu lado? No que depender de mim, ele virá para o GSI, mas a Defesa está aberta para se ele achar que é melhor", afirmou Bolsonaro.

Até o momento, outros quatro ministros foram anunciados por ele: o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), para a Casa Civil; o economista Paulo Guedes, para a Economia; o astronauta Marcos Pontes, para Ciência e Tecnologia; e o juiz fe deral Sergio Moro, para Justiça e Segurança Pública. "Tem quatro nomes [de futuro ministros] bastante avançados. É como em um casamento, os dois têm que dizer 'sim' no altar. É muito chato anunciar você e amanhã você não querer ou eu não querer", respondeu Bolsonaro ao ser questionado sobre os nomes que podem entrar no seu governo.n

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