Quando existe a necessidade de enxugar os gastos financeiros percebemos que isto requer muito mais capacidade de gestão, de análise criteriosa de cada decisão para que cada uma seja mais assertiva. Um exemplo do que estou me referindo vemos na relação da Prefeitura de São José dos Campos com o Parque Tecnológico. Por conta de maior rigor no uso da arrecadação do município houve uma diminuição nos recursos destinados ao Parque, no entanto, durante esses anos foram repassados os recursos suficientes para o Parque se desenvolver. Hoje ele alcançou condições de evoluir por conta própria.
Este cenário é cada dia mais importante ser seguido tanto para órgãos públicos quanto empresas. A grande chave para momentos de transição, em especial com baixa em recursos financeiros, é a hora em que entram decisões mais eficientes, mais enxutas, menos hierárquicas, inovando na gestão.
Acredito que hoje os maiores problemas que o Brasil está atravessando é uma questão de ineficiência da gestão pública. É preciso racionalizar os recursos, cobrar mais eficiência de cada setor da hierarquia governamental. Se ocorre o inverso, com incremento da burocracia, cresce o número de pessoas envolvidas e obviamente aumentam os gastos. Para agir dentro de um processo adequado, em especial no momento de dificuldade financeira, é justamente repensar todos os passos de uma forma simplificada, mas sem perder a qualidade. Assim, qualquer instituição, seja pública ou privada, de pequeno, médio ou grande porte só vai sobreviver modernizando a gestão. O que se conclui é que a inovação é a chave do sucesso..