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Na rádio

Ao falar sobre o concurso para professores em São José, que abre inscrições amanhã, a secretária de Educação, Cristine de Angelis Pinto, disse que o certame tem validade de dois anos, prorrogável por igual período.

Validade

"Os concursos valem por dois anos, porém, eles podem ser prorrogados por mais dois anos. Ou seja, se a gente for contar o tempo do concurso, mais o tempo que pode ser prorrogado, seriam 4 anos", disse à Logos FM.

No edital

Ao ler o edital, no entanto, a história é outra. "O prazo de validade deste concurso público será de 1 (um) ano, contado da data da sua homologação, podendo ser prorrogado, a critério da Administração Municipal, uma única vez e por igual período".

Boy e mina

Acusado de fazer obras apenas em regiões nobres da cidade, o prefeito Felicio Ramuth (PSDB) respondeu a um seguidor de sua página que "agora em São José as obras são para os boy e as mina, os rico e os pobre (sic)".

Desbravando

O vereador Rogério Cyborg (PV) aproveitou o último fim de semana antes da volta do recesso para visitar Areias, cidade do Vale Histórico. No passeio, ao lado da família, o parlamentar falou de política com as lideranças locais.

Supersalário

O grupo de moradores conhecido como Amatau (Amigos Associados de Taubaté) protocolou uma representação no Ministério Público para pedir outras providências no caso do 'supersalário' do procurador-chefe da Câmara de Taubaté.

Suspensão

A representação foi protocolada após ação do MP que levou a Justiça a suspender pagamentos superiores ao salário do prefeito, que é de R$ 17.900,80. O procurador Guilherme Ricken chegou a receber R$ 26.396,30.

Representação

A liminar foi obtida por meio de um mandado de segurança do MP, que investiga o caso por meio de um inquérito civil. Na representação, a Amatau pede que três pessoas sejam responsabilizadas pelo caso, denunciado em maio pelo jornal.

Responsabilidade

Para a Amatau, houve improbidade administrativa por parte de Guilherme Ricken, do diretor-geral da Câmara, Kelvi Soares, e do presidente da Casa, o vereador Diego Fonseca (PSDB).

Efeito em cadeia

Conforme o jornal mostrou em maio, o pedido de mudança no teto, feito por Ricken a Soares e depois autorizado por Diego, citava uma informação improcedente: a de que o STF já havia decidido que essa prática era legal. O julgamento não foi concluído ainda.

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