Como ocorre há alguns anos, o Masp (Museu de Arte de São Paulo) inicia neste mês mais um ano temático. Depois de "História da Loucura e "Histórias Feministas", em 2015; "Histórias da Infância", em 2016; e "Histórias da Sexualidade", em 2017, a aposta agora é a série de mostras com narrativas afro-atlânticas.
Serão, ao todo, nove exposições: oito individuais e uma geral. No dia 10 de março, serão abertas "Imagens do Aleijadinho" e "Maria Auxiliadora - Vida Cotidiana, Pintura e Resistência". Em abril será a vez de "A ancestralidade dos símbolos: África-Brasil", de Emanoel Araújo.
Melvin Edwards, Rubem Valentim, Sonia Gomes, Pedro Figar e Lucia Laguna estão agendados para o segundo semestre.
Em cartaz.
Com cerca de 50 obras, a mostra de Antônio Francisco Lisboa (1738-1814), o Aleijadinho, foca nas esculturas devocionais da época do Ciclo do Ouro em Minas Gerais.
Também mineira, descendente de escravizados, Maria Auxiliadora (1935-1974) ganha a primeira mostra em 37 anos - a última no próprio Masp.
O Masp fica na av. paulista, 1.578; e tem entrada gratuita às terças-feiras.