Quando meio mundo chegava a imaginar o rádio morto, sepultado a sete palmos, eis que ele aos poucos vai ressurgindo, sabendo se reinventar graças ao bom uso dos novos e mais modernos meios de comunicação.
Hoje, as principais emissoras brasileiras, as que heroicamente souberam resistir à tentação de não se entregar aos braços de uma igreja e não se vender por 30 moedas, têm boa parte das suas programações transmitidas em vídeo e para as mais diferentes partes do mundo, via internet.
É o rádio verdadeiro, sabendo usar a força que tem, inclusive com algumas mudanças de comportamento bem significativas.
Se antes era muito comum a apresentação de informativos esportivos no final de tarde, hoje, começo da noite, verificamos que este espaço passou a ser ocupado por programas políticos, com a abordagem de assuntos que interessam não só a uma faixa de ouvinte, mas ao público em geral.
Uma reação tão inesperada quanto bem-vinda..