CÂMARA. Para o relator da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) da JBS, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), o depoimento do advogado Willer Tomaz de Souza aos parlamentares confirmou as suas suspeitas de que houve complô entre a empresa e o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot para incriminar o presidente Michel Temer.
O advogado, que atuou para o grupo J&F, é suspeito de intermediar o pagamento de propina a um procurador Ele prestou depoimento durante três horas e meia em sessão secreta na Comissão de Constituição e Justiça Da Câmara.
"É muito grave. Sinaliza algo que eu sempre entendi como correto que é a existência de um complô que envolveu uma série de pessoas", diz ele..