Um equilíbrio entre maravilhas e emoções. Essa é a promessa do longa "A Múmia", que estreia nesta quinta-feira (8) nos cinemas da região. E vai além: o filme quer despertar no público o imaginário e introduzir "um novo mundo de deuses e monstros para o cinema".
Bom, é fato que levar para as telonas lendas que há muito tempo fascinam os amantes da história antiga é uma aposta certeira. E, a frente da equipe criativa está Chris Morgan, produtor que tem sido fundamental no crescimento de algumas franquias, como "Transformers", "Star Trek", "Missão Impossível" e "Velozes e Furiosos".
Na trama, uma antiga princesa --vivida por Sofia Boutella-- está mumificada e sepultada em uma cripta abaixo do deserto. Ao despertar no dias atuais, espalha terror pelo mundo. Em meio a tudo isso está Nick Morton (Tom Cruise), militar que quer descobrir os segredos por trás da múmia e... quem sabe roubar algumas relíquias e vendê-las no mercado negro. "Meu personagem é apanhado por esse mundo onde não quer estar", diz Cruise em vídeo enviado à imprensa.
Mas é Jekyll, personagem de Russell Crowe, o ponto central entre todos os acontecimentos do longa. "Não é revelar demais dizer que ele tem um conhecimento muito claro sobre o mal", afirmou o ator.
Jekyll comanda a Prodigium, organização que localiza o mal e o neutraliza. Eles estudam a mitologia dos monstros e suas histórias.
AÇÃO.
Ainda que "A Múmia" já seja uma franquia consolidada com três filmes --todos com Brendan Fraser-- nove anos depois, o novo longa da Universal, ainda que beba da mesma fonte, optou por não dar uma continuação ao material anterior. É um recomeço da franquia.
"Ter Cruise no filme muda o jogo completamente. A energia dele é contagiante", afirmou o diretor Alex Kurztman. O ator dispensou dublê em muitas cenas. "Fazer algo de qualidade significa muito para mim", diz ele.
Aliás, Cruise teve certamente muito trabalho neste filme. A ação vai do Egito Antigo, a época das Cruzadas até a Londres atual. Ou seja, promete..