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STF separa ações sobre Temer e Aécio; presidente terá que depor

Por Agencia Brasil@jornalovale |
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Temer e Aécio
Temer e Aécio

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin decidiu nesta terça-feira separar as investigações sobre o presidente Michel Temer e o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), abertas a partir do acordo de delação premiada da JBS.

Com a decisão, o inquérito tramitará de forma separada.

Todos os acusados passaram a ser investigados no mesmo processo no STF porque foram citados nos depoimentos de Joesley Batista, dono da JBS.

As decisões foram motivadas por pedidos de desmembramento dos inquéritos pelos advogados de defesa.

Na semana passada, em recurso encaminhado ao Supremo, após ser afastado do mandato por Fachin, os advogados de Aécio Neves sustentaram que a investigação não deve permanecer com o ministro e que a decisão do ministro Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, não poderia ser tomada individualmente, mas pela Segunda Turma do STF.

De acordo com a defesa de Temer, o presidente deve responder aos fatos em um inquérito separado porque as condutas imputadas a ele não têm relação com as acusações contra o senador e o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

FACHIN.

O ministro Fachin foi eleito nesta terça-feira para assumir a presidência da Segunda Turma da Corte, que é o colegiado responsável pelos julgamentos dos processos da Lava Jato.

A eleição foi simbólica porque, de acordo com a Corte, Fachin tem que assumir a presidência por ser o membro mais antigo que ainda não ocupou o cargo. O relator da Lava Jato vai substituir o atual presidente, ministro Gilmar Mendes, e terá mandato de um ano. Além dos dois, a turma é composta ainda por Dias Toffoli, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski..

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