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Depósito de médico para suspeito de matar Jaqueline vira pista da polícia

Por Redação |
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Ex-marido foi preso pela Polícia Civil
Ex-marido foi preso pela Polícia Civil

Um depósito bancário no valor de R$ 2 mil se tornou mais uma pista para a Polícia Civil do suposto envolvimento entre o médico Gustavo Sá, ex-marido de Jaqueline Barros, e o suspeito do assassinato da vendedora.

O deposito realizado pelo médico no último dia 11 foi flagrado pelas câmeras de segurança de uma agência da Caixa Econômica Federal em São José. A foto da cópia do comprovante encontrada no celular do médico teria sido enviada para o principal suspeito do crime, conhecido como 'Corola', por mensagem. 

Presa por suspeita de intermediar o homicídio, Jéssica, que é prima da namorada de Corola, confessou participação e revelou que o crime teria sido encomendado pelo médico , ex-marido da vítima, por R$ 7 mil, e não teria pago. "A Jéssica confidenciou que o médico pagaria R$ 7 mil pela morte. Seriam R$ 5 mil para o executor e R$ 2 mil para ela", disse Alexandre Silva, que é chefe dos instigadores da DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Segundo a policia, o restante da quantia teria sido depositado na conta de uma parente da intermediadora. 

Gustavo está preso temporariamente, assim como sua namorada, Camila, e a intermediadora Jéssica. Em sua casa, a polícia encontrou a arma que teria sido usada no crime -- horas depois do assassinato, o médico foi baleado, e alegou ter sido vítima de uma tentativa de assalto. A morte da vendedora Jaqueline Barros aconteceu no dia 8 de maio, enquanto ela trabalhava, em uma loja de móveis de alto padrão no centro de São José. 

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