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Fora do páreo

Concluindo seu primeiro mandato em Brasília, o deputado federal Flavinho (PSC) oficializou que não irá tentar a reeleição em outubro. Segundo ele, a decisão foi tomada com base em "fatores de cunho pessoal, familiar" e para apresentar "novas lideranças para renovar nossa política".

Sem apego

"Não tenho apego ao poder e com a experiência que adquiri neste mandato posso contribuir ainda mais na formação dessas novas lideranças", disse.

Mandato único

"Cumprirei meu mandato até o dia 31 de janeiro de 2019 com toda força e coragem que me é própria defendendo a vida a família tradicional, os valores morais, a liberdade religiosa, o bem comum e, quem sabe, voltarei com uma candidatura ao Senado em 2022", completou o parlamentar.

Insegurança

O perfil do PT de São José dos Campos no Facebook voltou a usar dados sobre os altos índices de violência na região para criticar Geraldo Alckmin (PSDB).

Herança tucana

"Mais de duas décadas com o PSDB de Geraldo Alckmin a frente o Estado de São Paulo e o resultado: o Vale do Paraíba é a região mais violenta do estado", argumentou a postagem feita pela página petista.

Pegou mal

A nova versão apresentada pelo presidente da Câmara de Taubaté sobre a 'Farra das Viagens' -- de que a norma vigente à época citava gastos "individuais" dos vereadores e não despesas "exclusivas" -- não convenceu os leitores do jornal.

Não convenceu

Até o fim da tarde dessa terça-feira, a reportagem sobre o novo argumento de Diego Fonseca (PSDB) havia recebido 20 comentários no perfil da Gazeta de Taubaté no Facebook. Todos criticando a postura do tucano.

Fundo do poço

"Quando o sujeito apela para 'figura de linguagem' para distorcer um texto em que o sentido estava claro, só podemos lamentar o fundo do poço em que chegou nossos 3 poderes", comentou um dos leitores da Gazeta.

Despreparo

"Chega ser patético esse Diego Fonseca. Insistir numa idiotice dessas e ainda partir para o ataque mostra seu despreparo, sua irresponsabilidade e descaso com o dinheiro do povo. Se ele tivesse uma empresa agiria assim?", questionou outro.

Emenda bizarra

"A criativa ginástica argumentativa para tentar justificar o injustificável. Foi uma emenda bizarra bem pior do que o horrendo soneto. De novo não colou. Punições já", afirmou outro leitor da Gazeta de Taubaté.

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