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Polícia Civil de Paraibuna faz reconstituição de crime da grávida

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Paraibuna
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Uma reconstituição do crime que vitimou a gestante Leila dos Santos está sendo realizada na tarde desta segunda-feira (23). Os quatro acusados do crime não participaram da encenação, que foi feita com figurantes e bonecos.

Segundo a Polícia Militar, a reconstituição começou por volta das 12h. A vítima, Leila dos Santos e seu bebê foram representados com bonecos. Maria Tereza Generoso, Nicolas Lopes Caetano, Mara Rubia e Noel Felipe, que confessaram estar no local do crime e no momento do assassinato de Leila não participaram da encenação, já que não são obrigados pela justiça.

A investigação ainda vai fazer a acareação dos acusados, ou seja, o confronto de versões, será feito posteriormente, já que cada um apontou um autor para a facada no pescoço que matou Leila. O carro utilizado pelo grupo para levar a vítima para o local também está sendo periciado pela Polícia Civil.

CRIME

Segundo a Polícia Civil, Leila dos Santos, de 40 anos, foi morta no dia 28 de junho. Seu corpo foi encontrado no dia 4 de julho, em uma estrada rural, próxima à represa de Paraibuna. A gestante foi queimada e teve seu bebê roubado. De acordo com o depoimento dos quatro acusados, a morte de Leila e o parto da criança aconteceram no local.

Segundo os depoimentos recolhidos pela Polícia Civil, Leila teria sido dopada com calmantes para ser levada ao local de mata. A morte teria sido causada por um ferimento no pescoço, feito por uma faca. Os suspeitos utilizaram um carro para transportar a vítima até Paraibuna. Os suspeitos foram vistos por funcionários da balsa que transporta passageiros de Paraibuna até Natividade da Serra.

Um dos acusados afirmou que apetrechos cirúrgicos como luvas e uma navalha foram usados para a realização do parto. Segundo a polícia, o grupo fez a compra de álcool em um posto de gasolina no caminho para Paraibuna, o que indicaria a intenção de matar a vítima.

"Leila foi morta antes do parto, mas as versões divergem sobre quem deu a facada no pescoço", afirmou o delegado Raian Braga Araújo.

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