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Marinha e polícia vão investigar causas de naufrágio em Salvador

Por Aécio Amado Agencia Brasil |
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O trabalho de buscas por desparecidos do naufrágio na Baía de Todos-os-Santos, em Salvador, continuará até que todas as pessoas que estavam na lancha Cavalo Marinho 1 tenham sido localizadas, garantiu o Comando do 2º Distrito Naval, localizado na capital baiana.

Em nota, o comando informou nesta quinta-feira que serão instaurados dois inquéritos sobre a tragédia, um deles para apurar o que aconteceu e outro, administrativo, para investigar causas, circunstâncias e responsabilidades do 'lamentável e doloroso acidente'.

O diretor adjunto do Departamento de Polícia Metropolitana, Giovanni Iran, afirmou nesta quinta-feira que a Polícia Civil também abriu inquérito para apurar as causas do naufrágio. Foram confirmadas 18 mortes.

O 2º Distrito Naval informou também que a Capitania dos Portos da Bahia recebeu às 7h45, por meio de rádio, o pedido de socorro enviado pela embarcação Joana Angélica, com a informação de que a lancha de passageiros Cavalo Marinho 1 havia naufragado perto da localidade de Barra da Penha, na Ilha de Itaparica, Baía de Todos os Santos.

OPERAÇÃO.

De acordo com o comando, imediatamente após o chamado de socorro, o Serviço de Busca e Salvamento do Leste, operado pelo 2º Distrito Naval, enviou para o local do acidente cinco embarcações da Capitania dos Portos e quatro navios com médicos e mergulhadores a bordo, um total de 130 militares da Marinha.

LANCHA.

De acordo da Associação de Transportadores Marítimos da Bahia, a Cavalo Marinho I, com capacidade para transportar 160 pessoas, estava com 129 passageiros e quatro tripulantes a bordo, e tinha saído do terminal de Mar Grande com destino a Salvador..

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