Uma viagem com destino exótico e pouco conhecido para a Guatemala, localizada na América Central, e sob influência ancestral da civilização Maia, quem diria que se tornaria uma das minhas viagens preferidas.
Foi com surpresa que encontrei paisagens exuberantes e um povo muito acolhedor e de cultura notável.
Em busca de novas experiências com um pé no misticismo passeamos por cidades e vilarejos que recebem, acredito eu, das pessoas mais alternativas que já tive contato em viagens pelo mundo.
A primeira parada foi como o próprio nome já diz, a cidade chamada Antígua, com todo seu charme e com suas ruas feitas de pedras me fez lembrar um pouco de Paraty mas as mulheres Guatemaltecas com seus tecidos e roupas muito coloridas, bordadas à mão e com sorriso no rosto não me deixavam dúvidas de que a aventura estava só começando.
De Antígua seguimos para o Mayan Heart Festival, que aconteceu dentro de toda a área do Hotel El Gringo Perdido, que foi o primeiro festival de estudo místico que já participei, teve sua primeira e única edição em Dezembro de 2019, não coincidentemente no mesmo período de início de uma nova era pelo calendário Maia.
Foram cinco dias de imersão, desde a comida vegana durante toda a experiência (e eu estava maravilhada com tanto conhecimento compartilhado) até workshops e palestras que abordavam assuntos como: cristais, tantra, yoga, sound healing (a cura através do som), intervenções artísticas com músicas e danças místicas, cerimônias de cura através de medicinas ancestrais como: kambo, Bufo, Ayauasca, rapé e chá de San Pedro.
Essas cerimônias de cura foram cuidadosamente preparadas por Xamãs que vieram de toda parte do mundo para esse encontro, que tinha como ápice reproduzir e celebrar o mesmo ritual do fogo, cerimônia Maia que aconteceu entre a tríade das pirâmides no Tikal - Tikal foi a maior cidade da civilização Maia e hoje é parque nacional da Guatemala e sítio Arqueológico..