Coluna Social

Sarau musical

Por José Luiz de Souza - Colunista Social |
| Tempo de leitura: 4 min
A soprano Maria Sole Gallevi no papel de Domitila
A soprano Maria Sole Gallevi no papel de Domitila

Tem continuidade amanhã em Campos do Jordão o Festival Toriba Musical tem como principal atração uma récita da ópera "Domitila". A apresentação acontece no sábado, 2 de Outubro, às 19h30. No "palco", a Sala da Lareira do Hotel Toriba, estará a soprano italiana Maria Sole Gallevi, e o grupo instrumental formado por Daniel Oliveira, clarinete, Fabrício Rodrigues, violoncelo, Alexsander Ribeiro de Lara, piano.

Será a primeira apresentação de "Domitila" em Campos do Jordão e toda a região do Vale do Paraíba. Todos os espetáculos do Festival Toriba Musical são realizados ao vivo e com presença de público. Deve-se destacar, são realizados seguindo-se todos os protocolos de prevenção da Covid-19 recomendados pelas autoridades da saúde e organismos oficiais.

Amor proibido – Com música e texto de do compositor carioca João Guilherme Ripper, "Domitila" foi composta em 2000.

A obra é baseada nas cartas trocadas entre o Imperador D. Pedro I e sua amante, Domitila de Castro do Canto e Melo, a Marquesa de Santos – o título nobiliárquico de marquesa lhe foi conferido pelo imperador em 1826.

A correspondência cobre das primeiras mensagens, com galanteios do Imperador, passa por momentos de grande intimidade e chega ao triste desfecho da relação. "Domitila, minha imperatriz. Desde que pus meus olhos na tua formosura, quis ser todo e sempre teu. Queres, divina augusta, o meu pensamento? São para ti esses versos, meu amor", escreveu Dom Pedro.

A apresentação de "Domitila" é uma parceria entre o programa Toriba Musical e a Cia. Ópera São Paulo, com apoio do Istituto Italiano de Cultura. São gratuitos para os hóspedes do Toriba. Para não-hóspedes, ingressos a R$ 50,00.

Mostra digital

A Lona Galeria, em São Paulo, exibe, em seus canais digitais, duas exposições coletivas sequenciais: Processos e Apropriações. Doze artistas convidados pela galeria - André Felipe Cardoso, Catarina Sabino, Gustavo Aragoni, Liliana Alves, Sueli Spicalquis, Daniel Mello e Fernando Soares, Gabriel Almeida, Lucas Quintas, Neiliane Araujo, Roberta Fortunato, Rodrigo Selles – exibem, aproximadamente, 36 trabalhos entre desenhos, pinturas e esculturas. As mostras, em formato digital, estarão montadas na galeria para visitas com agendamento prévio.

Em Processos, “o ato de produzir em si já é um processo. Mesmo sem um planejamento o rabiscar vai abrindo caminho para um trabalho que estava camuflado esperando ser descoberto. Através de improvisos, tentativas com erros e acertos, a intuição artística vai elaborando um plano que, à primeira vista parece caótico, mas ao contemplar o todo, se revela elaborado através de sentidos sutis” define Duílio Ferronato.

Já em “Apropriações”, na definição de Duílio Ferronato, “tem a ver com colecionismo; os artistas têm em comum o hábito de coletar e colecionar coisas, imagens, ideias, montando assim um acervo onde buscam o princípio de cada trabalho. No próprio ato de coletar já pressupõe uma noção de percurso que só se revela quando colocado ao lado de outra peça da coleção. Um conjunto de peças de origens diversas aponta uma originalidade da edição. Com isso a apropriação se torna criação”.

Serviço

Exposição: Processos

Artistas: André Felipe Cardoso, Catarina Sabino, Gustavo Aragoni, Liliana Alves, Sueli Spicalquis, Daniel Mello

Data: de 30 de setembro a 25 de outubro de 2020

Exposição: Apropriações

Artistas: Fernando Soares, Gabriel Almeida, Lucas Quintas, Neiliane Araujo, Roberta Fortunato, Rodrigo Selles

Data: de 30 de outubro a 25 de novembro de 2020

Local: Lona Galeria - www.lonagaleria.com

Processos apropriações

Divulgação

Estojo Retrô

A Maison Veuve Clicquot celebra seu amor pela estética retrô e por objetos que fazem parte da história, aqueles que se transformam em momentos de alegria. É o movimento Retrô Chic! Inspirada nas fitas de áudio da década de 60, a Veuve Clicquot lança a edição limitada Clicquot Tape. São seis estilosas estampas, de estética alegre e ousada, cada uma com sua própria personalidade. É só escolher qual combina mais com você ou até mesmo colecionar todas.

Com o design em seu DNA há mais de 240 anos, a Maison de champagne não para de surpreender criando produtos que unem beleza, estilo e utilidade, objetos que irradiem estética e alegria, fato que reflete nessa edição limitada Clicquot Tape. Quando criada, a fita de áudio cassete representava uma poderosa forma de expressão pessoal, uma ferramenta para criatividade... Era sobre gravar e compartilhar memórias. Dessa maneira, essa elegante embalagem mostra a que veio. No Brasil, a Clicquot Tape pode ser encontrada em empórios e lojas especializadas em vinhos pelo valor médio de R$ 600,00 (embalagem + garrafa V. Clicquot Brut 750 ml).

Clicquot em estojo retrô

Clicquot Tape, novo visual

Divulgação

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