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Por Xandu Alves@xandualves10 |
| Tempo de leitura: 2 min
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O Vale do Paraíba foi mantido na fase amarela do Plano São Paulo e segue com permissão para a reabertura de bares, restaurantes e similares, além de salões de beleza e academias, com horários limitados, restrições na capacidade e protocolos sanitários.

A classificação foi anunciada nesta sexta-feira (21) pelo governo estadual. O novo período de quarentena segue até 6 de setembro.

Nova revisão do plano será feita daqui duas semanas, com uma análise extraordinária na próxima sexta-feira (28) caso a região precise recuar de fase, em razão do aumento de casos, internações e mortes por Covid-19.

De acordo com a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, o Vale melhorou nos indicadores de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), em leitos por 100 mil habitantes e no número de casos. Todos eles foram classificados com a fase verde.

A região mantém estabilidade nos indicadores de internações e óbitos por Covid-19, ambos na fase amarela e que exigem atenção. "A evolução vem sendo positiva em todo o estado e temos o maior percentual da população na fase amarela, com 88,3%. Temos oportunidade de retomada e mais o peso da responsabilidade de seguir fazendo a nossa parte", disse Patrícia Ellen.

"São bons sinais que indicam que a pandemia está em declínio e o estado começa a sair do platô, mas com muita prudência e cuidados", acrescentou Rodrigo Garcia, vice-governador e secretário de Governo.

PLATÔ.

O secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, afirmou que o estado de São Paulo "já está saindo do platô" do novo coronavírus.

Ele também anunciou a realização de inquérito sorológico na rede estadual de ensino, para avaliar o quanto o vírus circulou e ainda circula nas escolas.

Dependendo dos indicadores de cada região, escolas poderão retornar com aulas presenciais a partir da segunda semana de outubro, mediante restrições de capacidade em sala de aula e medidas de distanciamento e de higiene.

"Será uma informação necessária para o retorno da rede estadual, que tem mais de 3,5 milhões de estudantes e mais de 240 mil professores da área da Educação", afirmou Rodrigo Garcia..

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