A série ‘The Bold Type’, do canal de streaming Netflix, reúne cinco temporadas que fizeram muito sucesso ao contar a história de três amigas, Jane Sloan (Katie Stevens), Kat Edison (Aisha Dee) e Sutton Brady-Hunter (Meghann Fahy), que trabalham na charmosa revista Scarlett. Uma é jornalista, outra estilista e a outra social media
Além do trio principal, a série apresenta ainda uma versão semelhante, embora muito mais gentil, de Miranda Pristley, imortalizada por Meryl Streep em O Diabo Veste Prada. A editora-chefe da revista Scarlet é Jacqueline (Melora Hardin) e ela é responsável por inserir o olhar masculino nas pautas da Scarlet.
O equilíbrio entre a vida amorosa, pessoal e profissional é uma trama recorrente na série e traz características muito familiares de grandes clássicos da comédia romântica.
Um dos sucessos do canal e no ‘top 10’, o seriado que cativou os fãs chega ao final esse ano, já que a quinta temporada, com apenas seis episódios é a última. Inclusive, o último episódio será exibido neste dia 7 de julho, nos Estados Unidos.
As três primeiras temporadas tiveram dez episódios cada, enquanto a quarta teve 16 episódios. Mas teve uma queda de audiência de 32% em relação à terceira temporada.
Elogio.
A jornalista Renata del Vecchio, editora da revista Vivacità, produzida por OVALE, é uma das que acompanha o seriado e teceu elogios.
"Comecei a assistir 'The Bold Type' por influência de outras amigas. Acredito que a série esteja fazendo sucesso porque retrata muitas peculiaridades do universo feminino e isso gera identificação”, disse.
“Dentro do cotidiano das três amigas, que trabalham na redação de uma revista de moda, muitos assuntos atuais e pertinentes à mulher são retratados com leveza”, afirmou a jornalista.
“A Kat, por exemplo, é negra, lésbica, namora uma muçulmana, tem duas amigas brancas, trabalha em um ambiente majoritariamente de pessoas brancas e está em ascensão na revista, sendo promovida na área de mídia digital”, ressalta. “Nas pautas da revista, a Jane escreve sobre orgasmo, sexo, abuso contra mulher, coletor menstrual, etc. Então, tem muita representatividade, muito conteúdo necessário e atual", finaliza Renata.