Política

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Por Xandu Alvez@xandu |
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O governo Geraldo Alckmin (PSDB) intensificou a ofensiva para viabilizar a implantação do Trem Expresso Metropolitano na região. A equipe do tucano esteve em Brasília, na semana passada, para negociar uma solução para o projeto. O cronograma da obra está atrasado em quatro anos.O trem será viabilizado por meio de uma PPP (Parceria Público-Privada), com custo estimado em R$ 18,5 bilhões, sendo R$ 4 bilhões em recursos públicos. A duração do contrato de concessão será de 30 anos.FerroviaO secretário reforçou o pedido para a cessão do domínio de vias férreas no interior paulista, para que as faixas exploradas pelas operadoras de carga também sejam usadas pelo trem de passageiros. O encontro, ocorrido na Secretaria de Parcerias de Investimentos do governo federal, contou com representantes do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e do Ministério dos Transportes.O sistema de transporte prevê 431 quilômetros de ferrovias, ligando Americana a Santos e Pindamonhangaba a Sorocaba. A ideia inicial era lançar a licitação em 2013, começar as obras em 2014 e iniciar a operação no ano passado.O diretor-geral da ANTT, Jorge Bastos, disse que o governo Michel Temer (PMDB) tem interesse em acolher as demandas de São Paulo. Por ser idealizada por meio de PPP, o empreendimento não ficaria refém da queda de arrecadação."Existe interesse total que esse projeto pare em pé. A Agência está fazendo todos os esforços para que seja viabilizada a retomada do trem de passageiros. Essa iniciativa do governador Alckmin e do presidente da República é sensacional", afirmou Bastos. "Estamos trabalhando para que se retome o trem de passageiro no Brasil e isso começa por São Paulo. É fundamental que isso se inicie o quanto antes", completou.Governo. Para destravar o projeto do Trem Expresso Metropolitano, no entanto, o governo estadual ainda aguarda um aval da União. Só após essa etapa será possível definir o projeto da obra."Neste momento, estuda-se formas para viabilizar Parceria Público-Privada. O prazo ainda depende da manifestação do governo federal sobre o uso da faixa de domínio das ferrovias federais", informou a asse.

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