Corrida pelo voto
O deputado estadual Hélio Nishimoto (PSDB), que tentará a reeleição em outubro, segue com intensa agenda pelo Vale do Paraíba. A estratégia é tentar somar votos também em outras cidades, não só em São José.
Emenda
Apenas essa semana, o parlamentar esteve em Lorena e em Taubaté. Nas duas cidades, o mesmo roteiro: fotos e vídeos destacando obras e projetos que receberam emendas dele. Tudo isso tem sido explorado nas redes sociais.
Via Banhado
O vereador Fernando Petiti (PSDB) usou o Facebook para demonstrar confiança de que o governo Felicio Ramuth (PSDB) conseguirá retomar o projeto da Via Banhado, por meio de financiamento do BID.
Pneus
Um projeto de lei apresentado na Câmara pela vereadora Dulce Rita (PSDB) cria regras para o descarte de pneus usados inservíveis. De acordo com a proposta, os estabelecimentos que comercializam pneus terão que instalar pontos de coleta.
Projeto
O comércio também será responsável pelo armazenamento até que os fabricantes recolham os pneus. Também caberá aos pontos de venda notificar o fabricante sobre a necessidade de recolher o material.
Direito dos manos
A vereadora Vivi da Rádio (PSC) usou a tribuna na última sessão, nessa segunda-feira, para chamar os direitos humanos de 'direito dos manos'. "Os policiais militares estão barrados de executar seu trabalho", argumentou a parlamentar.
Não pode matar
"Os nossos policiais militares estão instruídos para prender, não para matar. Se não conseguir prender, deixa fugir", reclamou a vereadora, que é defensora da revisão do estatuto do desarmamento.
Até quando?
"Ele [policial militar] está engessado. Se atirar contra um bandido, é afastado. Até quando vai acontecer isso no nosso país?", disse Vivi. Na sessão anterior, ela usou a tribuna para defender voto em Jair Bolsonaro (PSL) para a presidência da República.
Oi?
Ao comentar o início das obras do CAF em Taubaté, o vereador Nunes Coelho (PRB) afirmou que quando a Câmara autorizou Ortiz Junior (PSDB) a contrair o empréstimo, em 2015, já se sabia que o serviço teria início apenas a partir de 2018.
Não foi bem assim
Na realidade, em 2015, a expectativa do governo Ortiz era de que o empréstimo fosse assinado em 90 dias e que as obras começassem ainda naquele ano. A demora de dois anos e meio não era esperada pelo tucano.