Recentemente no Brasil para quatro concorridos shows da turnê "Not dead yet", Phil Collins é um dos poucos músicos do mundo a ter batido a marca de 100 milhões de álbuns vendidos, tanto em uma banda quanto em sua carreira solo.
E é para contar um pouco sobre essa história que chega as livrarias "Ainda estou vivo", autobiografia lançada pela editora BestSeller/Grupo Editorial Record.
Ligado à música desde muito jovem, Collins iniciou a carreira nos bares e discotecas da Londres dos anos 1960, até se fixar no posto de baterista do Genesis.
Mais tarde, com a saída de Peter Gabriel do grupo, Collins ganhou ainda mais notoriedade ao assumir os vocais. Porém, o auge do cantor e compositor veio com o álbum solo "Face Value", que trazia os hits que o impulsionariam para a fama internacional.
Na autobiografia "Ainda estou vivo", ele narra, de maneira sincera, a trajetória que vai desde a época em que era ator infantil até seu triunfo como um dos mais bem-sucedidos compositores da era pop.
Entre as histórias, casos que inspiraram suas canções, bastidores de turnês, projetos e crises pessoais, além de detalhes sobre casamentos, divórcios e manchetes de tabloides.
O músico recorda ainda detalhes interessantes como suas parcerias com Eric Clapton e Robert Plant; a formação de uma big band liderada por Tony Bennett; suas composições para a Disney; e a famosa - e desastrosa - performance no Live Aid, quando ele foi convidado a subir ao palco e tocar com Led Zeppelin (Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones), em 1885.
O cantor também apresenta as dificuldades: aos 67 anos, tem problemas de coluna que o impedem de tocar bateria, além da perda parcial de audição. E conta, de forma bastante aberta, sobre o problema de alcoolismo que enfrentou após sua "aposentadoria", em 2011.
Obra.
Collins também é autor de "The Alamoand Beyond: A Collector's Journey".
Sua autobiografia contém 410 páginas, custa R$ 54,90 e já está à venda..