DAS AGÊNCIAS. A 14ª edição da SP-Arte, que encerrou no final de semana em São Paulo, apontam uma recuperação no mercado de arte, tanto em preços quanto de novos clientes.
Obras modernistas, disputadas por tradicionais compradores, não são objetos de desejo dos mais jovens. Estes preferem as contemporâneas.
No entanto, a obra mais cara da feira foi uma tela de Tarsila do Amaral dos anos 1950, avaliada em R$ 17 milhões. Apesar do alto preço desta, o restante das peças expostas ficou entre R$ 300 mil e R$ 400 mil..