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Prefeitura de São José diz que Estado garante não haver 'risco' para regressão de fase no Vale

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Secretário estadual Marco Vinholi em visita a São José dos Campos com o prefeito  Felicio Ramuth
Secretário estadual Marco Vinholi em visita a São José dos Campos com o prefeito Felicio Ramuth

O secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, teria garantido à prefeitura de São José dos Campos nesta quinta-feira (13) que a RMVale não deve regredir de fase na próxima avaliação do Plano SP. Segundo o município, a afirmação foi feita em visita às instalações da cidade na manhã desta quarta-feira (13). Durante a viagem, ele também apontou a OVALE que tenta mobilizar a região para um programa de rastreamento do vírus.

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De acordo com a Secretaria de Saúde, Vinholi alegou que a regressão não deve acontecer devido à capacidade hospitalar dos municípios da região, que estariam conseguindo ofertar assistência aos pacientes. "A análise é feita semanalmente, mas esse risco não existe", disse.

Questionado pela reportagem, ele informou que a avaliação intermediária, que acontece nesta sexta-feira (14), só permite a regressão para a fase vermelha do Plano SP, a mais restritiva, que não seria necessária diante do quadro da região.

"A análise é feita semanalmente, mas na avaliação intermediária só existe regressão para a fase vermelha. Portanto, a hipótese de ir da fase amarela para a vermelha amanhã, não existe", explicou.

A avaliação completa, que pode permitir uma regressão para a fase laranja ou um avanço para a fase verde, somente acontece no dia 21 de agosto.

Na visita à cidade, o secretário passou pelo Hospital Municipal, pelo Hospital de Retaguarda e também pelo Cedin (Centro de Desenvolvimento Infantil) do Bosque dos Eucaliptos.

LEITOS.

Na ocasião, a prefeitura abriu uma nova ala de terapia intensiva exclusiva para atender aos pacientes diagnosticados com a Covid-19 no Hospital Municipal. Segundo o município, esse novo espaço deve entrar em operação quando houver necessidade de uso de mais leitos, sob uma eventual escalada de casos.

Atualmente, o HM soma 80 leitos de enfermaria e 73 de UTI para pacientes que estejam com a doença respiratória. Com a nova ala, o número para tratamento intensivo sobe para 83.

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