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Sessão Extra: Em vídeo, Guará diz ser vítima de ‘denuncismo’ da ‘velha política’

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Alvo de ação do MP, vereador Guará Filho (PSDB) publicou vídeo para se defender
Alvo de ação do MP, vereador Guará Filho (PSDB) publicou vídeo para se defender

Explicações

Alvo de uma operação do Ministério Público na quarta-feira (22), o vereador Guará Filho (PSDB) postou um vídeo nas redes sociais, na noite de quinta-feira (23), para se defender.

'Denuncismo político'

"Estou sendo vítima de um denuncismo político em ano de eleição, prática antiga da velha política de Taubaté", afirmou o vereador, que era um dos principais nomes cotados para ser o candidato do governo à sucessão de Ortiz Junior (PSDB).

'Raposas velhas'

"Todo esse meu trabalho incomoda muita gente. Incomoda as raposas velhas da política de Taubaté, que para denegrir minha imagem em ano eleitoral fazem denúncia vazia ao Ministério Público para que haja todas essas ações midiáticas que houveram nesses últimos dias".

Investigação

Embora o vereador tenha citado uma suposta denúncia em ano eleitoral, o caso é investigado pelo MP desde 2017. O inquérito foi aberto após o jornal publicar uma reportagem, em junho daquele ano, com base em reclamações de servidores, que apontaram que o sindicato cobrava, por segurado, mais do que pagava às operadoras dos planos de saúde.

'Bem contra o mal'

"Essa luta é o bem contra o mal, e graças a Deus eu estou no caminho do bem", disse Guará no vídeo, em que aparecia com imagens religiosas e fotos da família ao fundo.

Verdade

"A verdade vai vir à tona. Para mim, eu sou o maior interessado que ela venha. E eu vou lutar muito por isso. Quando eu for ouvido, tiver oportunidade de me manifestar, vou esclarecer todos os fatos, e a gente vai acabar com esse denuncismo", finalizou o vereador.

Investigação

Guará era o presidente do Sindicato dos Servidores em 2013, quando a entidade passou a intermediar o plano de saúde dos servidores da Prefeitura - ele está licenciado desde 2017. Segundo o MP, o sindicato recebia do município mais do que repassava às operadoras. Entre os crimes investigados pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) estão organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro.

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