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Medicina integrada à alma

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O médico joseense Marcelo Taborda exerce, há mais de duas décadas, a medicina convencional na área de Oncologia, junto a pacientes no tratamento do câncer.

Nos últimos anos, descobriu na medicina antroposófica uma forma complementar à convencional -- uma vez que segundo ele, a medicina convencional apenas analisa a parte corpórea, enquanto a antroposófica integra também a parte psicológica, de acordo com Rudolf Steiner, criador da antroposofia.

"O corpo não é um organismo material independente e nossa boa saúde depende uma relação harmoniosa entre o corpo, alma - psique, espírito. Equilíbrio seria uma palavra chave", explica Taborda.

A ideia é considerar a relação do homem com a natureza, a vida emocional e sua individualidade. O pensamento ampliado da medicina, com a capacidade de entender o paciente de maneira mais ampla, torna sua abordagem do indivíduo diferenciada.

"O que me levou para isso foi uma visão de que nem tudo que as pessoas precisam está dentro da medicina convencional. A medicina tradicional é eficaz, eu sigo todos os protocolos e padrões, mas muitas vezes percebemos integrar práticas alternativas complementares que atuam diretamente na origem emocional da doença, buscando resolver definitivamente a doença", explica o doutor Taborda.

"Ao analisar o ser humano você percebe que ele vai além da matéria, e por meio da medicina antroposófica é possível uma análise do paciente de forma integral", explica.

A medicina antroposófica pode ser aplicada a crianças, jovens e adultos, sem restrições e seus benefícios, além da prevenção das enfermidades, estendem-se também ao tratamento de qualquer patologia. Os médicos antroposóficos são cuidadores de alma, corpo e espírito de uma forma geral e especial..

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