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Incêndio no Museu Nacional não foi criminoso, aponta Polícia Federal

Por Vitor Abdala |
| Tempo de leitura: 1 min
Incêndio no Museu Nacional
Incêndio no Museu Nacional

A Polícia Federal encerrou, nesta segunda-feira, a investigação para apurar as causas do incêndio no Museu Nacional da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), no dia 2 de setembro de 2018. LINK 1 O inquérito concluiu que o incêndio se iniciou em um aparelho de ar condicionado no Auditório Roquette Pinto, no primeiro andar, bem próximo à entrada principal do museu.

A PF descartou a hipótese de que o incêndio tenha sido criminoso, ou seja, provocado de forma proposital. O inquérito também concluiu que não houve omissão dos gestores.

A investigação revelou que o Corpo de Bombeiros iniciou uma fiscalização no prédio do museu, mas a vistoria não foi concluída. O oficial responsável pela irregularidade já foi punido administrativamente pela corporação, de acordo com a PF.

Antes do incêndio, houve ainda uma tentativa da UFRJ e da diretoria do Museu Nacional de revitalizar o prédio. Eles chegaram a iniciar tratativas com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para adequar o antigo edifício, que já foi residência do imperador Dom Pedro 2º, para adequação ao Código de Segurança contra Incêndio e Pânico.

O contrato foi assinado em junho de 2018, mas o valor não chegou a ser desembolsado antes do incêndio, que ocorreria três meses depois. Por isso, o inquérito concluiu que os gestores da instituição não foram omissos.

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