Agliberto Chagas, pré-candidato à prefeitura de São José dos Campos, pelo partido Novo, avaliou o levantamento OVALE/Paraná Pesquisas, divulgado neste sábado (13) em que é colocado com 1,6% de intenções de votos para as eleições 2020 na pesquisa estimulada (quando são apresentados os nomes dos candidatos). Segundo ele, o resultado foi positivo neste primeiro momento.
“Não tenho cargo, sou professor universitário de um partido que está começando agora no cenário político, primeira eleição municipal, e na estimulada apareci com 1,6% das intenções, que é um número significativo, e quase zero de rejeição. Aí tem uma candidatura enorme para crescer e acreditamos que quando começar a mostrar para a cidade as ideias do Novo as minhas propostas que estamos construindo, como é que nós vamos garantir que São José dos Campos melhore e conserve o que está bom e avance muito mais focado nas pessoas, aí nós vamos decolar de verdade”, disse.
No cenário estimulado, Felicio Ramuth aparece com 40,8% das intenções de voto. Na sequência aparece Wagner Balieiro (PT), com 10,3%. Logo atrás vem Renata Paiva (PSD), com 9,5%. Pela margem de erro, Balieiro e Renata estão empatados tecnicamente.
Dr. Constantino Cury (PSB) aparece com 4,3%. Ele também está empatado tecnicamente com Balieiro (no limite da margem de erro) e com Renata. Atrás aparece Leticia Aguiar (PSL), com 4,2%. Pela margem de erro, ela está empatada tecnicamente com Renata e Dr. Cury.
Os demais pré-candidatos também estão empatados tecnicamente com Dr. Cury e Leticia, na margem de erro. São eles: Coronel Eliane Nikoluk (PL), com 3,2% das intenções de voto; Shakespeare Carvalho (Republicanos), com 2,7%; Agliberto Chagas (Novo), com 1,6%; Toninho Ferreira (PSTU), com 0,9%; e Luiz Carlos de Oliveira (PTC), com 0,3% das intenções de voto.
“A eleição está aberta e minha participação foi excelente em um primeiro momento”, ressalta Agliberto que pela primeira vez vai disputar uma eleição municipal.
O pré-candidato pelo partido Novo disse ainda que ficou surpreso com a grande quantidade de indecisos (66%) na pesquisa espontânea (quando os nomes dos candidatos não são apresentados).
“E outra coisa que me surpreendeu: o prefeito (Felicio) tem uma máquina gigante na mão, tem um exército de comissionados, está sempre em evidência e aparece, na espontânea, que é o que reflete o voto na urna, com apenas 17%. Isso é muito pouco. Isso não dá primeiro turno. A outra coisa que me chamou atenção é que os líderes da pesquisa também são líderes em rejeição. O próprio Felício tem 30% de rejeição. Com a pulverização, os votos também se pulverizam”, afirma.