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Saúde indígena, políticas culturais e estéticas do cotidiano no contexto da pandemia pautam os debates da série ideias

Por Da Redação |
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Indígenas
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Com o objetivo de incentivar a reflexão no contexto desafiador em que nos encontramos, a série Ideias, promovida pelo Sesc São Paulo por intermédio de seu Centro de Pesquisa e Formação, traz a transmissão ao vivo de debates sobre as principais questões que tencionam a agenda sociocultural e educativa atual. Sempre às 16h, as conferências acontecem pelo canal do YouTube do Sesc São Paulo, com participação do público e tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Na próxima terça-feira, 9 de junho, o tema "Saúde indígena no contexto da pandemia" é debatido por Marivelton Rodrigues Barroso Baré, da liderança do Movimento Indígena do Rio Negro AM, e Douglas Rodrigues, médico sanitarista do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp que trabalha com populações indígenas em isolamento voluntário na Amazônia. A mediação é da indigenista e ativista Marina Herrero. Juntos, falarão sobre as estratégias de enfrentamento à pandemia no contexto indígena, abordando aspectos como economia, circulação de alimentos e administração de princípios culturais, como os ritos fúnebres.

Na quinta-feira, 11, o debate "Políticas culturais em tempos de pandemia: a realidade das cidades" joga luz a questões sobre o que está sendo feito na política para minimamente contornar os impactos da paralisação na arte e cultura, e quais são os desafios para evitar o aprofundamento dos danos que incidem sobre tantas classes trabalhadoras. A mesa é formada pelo ator, diretor, dramaturgo, artista plástico e produtor Sergio Mamberti, que soma seis décadas de carreira como artista, Américo Córdula, ator, gestor e consultor em políticas culturais, e Pedro Azevedo Vasconcellos, secretário de Cultura e Relações Internacionais do município de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

E no sábado, 13 de junho, o artista plástico Nino Cais e a historiadora e curadora do Museu Paulista - USP, Vânia Carneiro de Carvalho, falam sobre "Estéticas do cotidiano: a construção das visualidades domésticas". Mediados por Fabiana Delboni, eles abordam a construção de narrativas pessoais presente na escolha dos objetos particulares e na organização das visualidades dos espaços domésticos, relacionando com o contexto de isolamento social em que nos encontramos.

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