Diante tantos problemas climáticos no mundo, o investimento sobre recursos renováveis ou sustentáveis cresceram de forma significativa ao longo dos anos.
Segundo o líder de uma das maiores construtoras do Brasil, a Jacitara, Josué Eraldo da Silva, ao optar por decisões sustentáveis é ainda possível o poder de economiza em obras. E isso também não significa que investir menos significa desvalorização sobre a qualidade da obra.
O gestor da construtora localizada em Indaiatuba lembra: “Esse é um mito que vem sendo desmistificado durante alguns anos, e o termo sustentável elevou-se de forma surpreendente, o que configura em um mundo melhor automaticamente.”
O uso consciente de materiais tomaram forma e passaram a criar digníssimos construções. Como comentado, recursos sustentáveis e baratos não determinam algo ruim, mas extremamente positivo.
O uso desses materiais vem transformando o ponto de vista de muitos profissionais, não se restringindo apenas ao setor de engenharia. Inúmeras pessoas tornaram-se adeptas do uso consciente de materiais aliados a um melhor gerenciamento de tempo e mão de obra.
Uma curiosidade em volta desse debate, é que o termo sustentabilidade também gerou discussões no governo. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), há um projeto de redução de impostos para todas as companhias que investirem em obras e projetos sustentáveis em sua produção, podendo gerar vantagens principalmente para a área de construção civil.
Além de ter se tornado tendência no na área de engenharia, muitos clientes passaram a exigir seu uso, o que configura na ascensão de tais medidas em suas proporções. Josué Eraldo da Silva menciona que na área de engenharia, viralizou a reutilização de determinados tipos de materiais como o mármore ou granito, que possuem utilização em revestimento.
Dentre tantos materiais, um popular sobre uma construção é a opção por tijolo ecológico e cimento ecológico CP III. Josué Eraldo da Silva explica ainda que para tijolos ecológicos é indicado para redução de custos, isso porque como matéria-prima ele traz 60% a mais de eficiência em comparação ao tijolo padrão, é verdadeiramente curioso, não é?
Isso se deve a qualidade de seu encaixe, e aperfeiçoamento do acabamento. Não é necessário fazer reboque, ou não utilizar tinta também acontece. É totalmente apreciativo.
Sabia que sua produção consiste em somente água, argila e sombra para ser realizado? Tijolos tradicionais necessitam ser queimados.
Quanto ao CP III, ou cimento ecológico de alto forno, trata-se de uma massa diferente da comum, além de ser econômica e durável. De acordo com as mais recentes pesquisas, a utilização desse recurso chega a reduzir a emissão de CO2 em até 95% e o gasto de energia de uma obra em 80%.