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Reajuste da tarifa

O prefeito de São José dos Campos, Felicio Ramuth (PSDB), defendeu o recurso que será julgado no dia 6 de agosto pelo Tribunal de Justiça, em que o município contesta a decisão que barrou o reajuste na tarifa do transporte público.

Está no contrato

"Não é o que o prefeito considera, é um patamar que está previsto dentro do contrato de concessão do serviço público. Nós cumprimos o contrato, então fizemos nossos cálculos e apresentamos [o valor]".

Passagem

"A Justiça não questionou os cálculos [da nova tarifa], ela questionou o rito em relação ao Conselho de Mobilidade. Vamos ver o que o Tribunal de Justiça vai autorizar e, consequentemente, após a autorização, nós vamos ver os próximos passos".

Concessionárias

Felicio afirmou ainda já esperar que, caso o TJ autorize o reajuste para até R$ 4,90, as concessionárias ajuízem ação contra a prefeitura para cobrar indenização pelo período de tarifa abaixo do previsto em contrato.

Defesa

"Aí nós vamos discutir judicialmente, já que nós fomos impedidos pela própria Justiça de fazer essa correção conforme estabelecida no contrato". As empresas alegam prejuízo de mais de R$ 3 milhões desde janeiro.

'Vaza Jato'

Após a divulgação de mensagens em que procuradores da Lava Jato afirmaram que o então juiz federal Sergio Moro achava fraca a delação do ex-ministro Antonio Palocci, o PT de São José criticou o atual ministro da Justiça e defendeu Lula.

Preso político

"Lula é um preso político, condenado sem crimes e sem provas, por um juiz parcial que tinha interesses pessoais em condenar o maior presidente desse país para virar ministro de Bolsonaro", postou o perfil do partido.

Covardia

Já a vereadora Amélia Naomi (PT) chamou de "covarde" a declaração do presidente Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Augusto Santa Cruz de Oliveira, pai do atual presidente da OAB, Felipe Santa Cruz e desaparecido na ditadura militar.

Obra na SP-62

A vereadora Loreny (Cidadania) criticou a "falta de planejamento" do governo Ortiz Junior (PSDB) na obra do trecho urbano da SP-62. Iniciado em março, o serviço tem causado transtorno na região, segundo ela.

Falta de planejamento

"Falta organização e comunicação! Cadê o cronograma dessa obra? Nós não sabemos o que será feito, como será feito e quando termina. Isso é um desrespeito com nossa gente, já que se trata de uma obra que influencia diretamente no dia a dia".

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