O presidente do Santos, José Carlos Peres, tomou a decisão de não seguir o caminho da maioria dos clubes e esperar um patrocínio máster bom, sem se contentar com valores menores depois da saída da Caixa Econômica Federal do futebol brasileiro. E agora o Peixe precisa "driblar" o mercado para mostrar ter acertado. As empresas costumam planejar o próximo ano a partir de setembro/outubro. Dessa forma, quanto mais o tempo passa, mais difícil fica para o Peixe ter uma marca no principal espaço do uniforme.
Mesmo assim, o presidente Peres adota otimismo e projeta novidades em breve. Não há, neste momento, propostas próximas ao mínimo estipulado pela diretoria.
"O patrocínio máster esse ano afetou todos os clubes, clubes grandes se submeteram a valores menores. Estamos conversando, talvez tenhamos uma notícia boa em breve. Teve uma queda muito grande (em valores), mas não entramos nela, trouxemos o Sampaoli e isso gerou muita mídia. A mídia já bancou a contratação de um técnico da seleção argentina. Estamos conversando com algumas empresas e esperamos ter novidades muito em breve", disse Peres, à TV Gazeta.
O Santos tinha R$ 11 milhões fixos com a Caixa. Se a tendência de cerca de metade do valor for aplicada ao Peixe, o patrocínio renderia entre R$ 5 e 6 mi, quantia considerada abaixo do ideal por Peres..