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PROTEJAM O CRIMINOSO

Neste ultimo domingo,28/7, um morador de rua drogado esfaqueou, na zona sul do Rio de Janeiro, um casal de namorados (ele, engenheiro; ela, bióloga) que estava dentro do seu carro aguardando o semáforo abrir, além de um personal trainer que parara para socorre-los. Com a chegada da Policia militar e a recusa do criminoso a entregar a faca, o mesmo acabou baleado nas pernas pela PM, o engenheiro e o personal chegaram sem vida ao Hospital, a bióloga, uma enfermeira do corpo de bombeiros, um capitão médico e um policial saíram feridos; aparentemente os policiais hesitaram em atirar no criminoso, o que teria poupado vidas e evitado tantos feridos, mas se o tivessem matado alguns órgãos da imprensa e ONGS de Direitos humanos provavelmente teriam transformado o assassino em vítima e a PM em algoz. Quanto horror meu Deus! Quanta inversão de valores.

João Manuel Maio

São José dos Campos

PRESIDENTE INCONSEQUENTE

O presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ), infelizmente, segue administrando seu mandato de forma inconsequente, demonstrando unicamente vocação para fomentar crises, e ofender entidades sérias, e agora entrar em confronto também, diga-se, desnecessário com o presidente da OAB, nacional, Felipe Santa Cruz. Diz Felipe, que aos 26 anos de idade, ou seja, em 1974, seu pai foi preso pela ditadura militar, por supostamente fazer parte de um grupo que era contra a ditadura. E o Bolsonaro, pavio curto, esquecendo que é presidente da República, de forma irresponsável, primeiro respondeu a Santa Cruz, que, "se o presidente da OAB quer saber como seu pai desapareceu no período militar eu conto"! E, acrescentou também, que o pai de Felipe "integrava um grupo sanguinário e violento da guerrilha em Pernambuco e desapareceu no Rio de Janeiro"! Ora, mesmo que esse argumento seja verdadeiro, não deveria misturar suas obrigações com o Planalto, com esse episódio dos tempos da ditadura. Bolsonaro mereceu a resposta desferida por Santa Cruz, que o presidente agiu com "crueldade e falta de empatia". O presidente precisa se preocupar em governar para 210 milhões de brasileiros. Atos como esse são inconvenientes para um presidente.

Paulo Panossian

São Carlos-SP

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