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Reforma da Previdência

A aprovação do texto-base da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados repercutiu entre lideranças políticas da região. "Você perde, o Brasil perde, todos perdem (exceto os ricos)", disse Toninho Ferreira, presidente do PSTU de São José.

Dia histórico

"O Brasil dá mais um passo importante. Um dia histórico para comprovar que este governo é diferenciado. Contra tudo e as muitas correntes contrárias ao progresso", disse a deputada estadual Letícia Aguiar (PSL).

O voto de Cury

Já o deputado federal Eduardo Cury (PSDB), que votou a favor da Reforma, foi criticado pelo PT joseense. "O deputado federal Eduardo Cury votou a favor da Reforma da Previdência e contra os direitos da classe trabalhadora", postou o perfil do partido no Facebook.

Deputado da cidade

"A Reforma da Previdência, que vai penalizar o trabalhador mais humilde, contou com o voto favorável do deputado da cidade Eduardo Cury do PSDB", disse o vereador Wagner Balieiro (PT).

Contra o Brasil

O vereador Sergio Camargo (PSDB) disse que "o PT possui predileção para ficar ao lado errado da história", citando votações do partido contra Constituição Federal, Lei de Responsabilidade Fiscal, Plano Real, teto de gastos e reformas Trabalhista e da Previdência.

Importante

O vereador Guará Filho (PL), de Taubaté, usou as redes sociais para comemorar a aprovação do texto. "A Reforma da Previdência é extremamente importante para o nosso país".

Impacto positivo

Guará disse que a Reforma deve "impactar positivamente no crescimento do PIB, na melhoria da economia, na geração de novos empregos e rendas ao nosso povo", e que "precisamos estar alinhados na busca por mais desenvolvimento".

Teste de DNA

A votação do projeto da Linha Verde na Câmara de São José (leia mais na página 5 dessa edição) provocou um debate entre a base aliada do governo Felicio Ramuth (PSDB) e a bancada do PT, que faz oposição.

Quem é o pai?

Segundo vereadores do PT, a concepção do projeto começou a ser desenvolvida na gestão passada, quando o prefeito era o petista Carlinhos Almeida. A base aliada rebateu, dizendo que foi o governo atual que teve competência para tirar a ideia do papel.

Bate-boca

A discussão começou ainda antes da votação do projeto e se estendeu mesmo após a aprovação do texto, praticamente monopolizando os discursos dos vereadores governistas e de oposição.

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