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RESGATEINFALÍVEL

Por Da redação@jornalovale |
| Tempo de leitura: 2 min
Filme. Franquia foi criada pela Pixar em 1995, com o lançamento de Toy Story
Filme. Franquia foi criada pela Pixar em 1995, com o lançamento de Toy Story

Quase 25 anos depois de seu lançamento, a franquia Toy Story chega a seu quarto filme com mais uma aventura eletrizante de resgate.

Assim como no primeiro filme, a equipe de brinquedos de Andy precisa resgatar um amigo perdido.

O Garfinho é um novo brinquedo da turma, criado especialmente pela dona de Buzz e Woody, a Bonnie. Feito com materiais caseiros, o Garfinho é o único objeto que não foi confeccionado com o propósito de divertir crianças.

Em sua negação entre ser um brinquedo amado pela sua criança, Garfinho tenta incansavelmente ser descartado.

"Tentamos criar histórias que tem uma verdade. Ele diz 'às vezes só quero fugir', e isso é algo que nós fazemos. Quanto mais pessoal uma história, mais universal ela é", afirmou o diretor", afirmou o diretor Josh Cooley em uma coletiva.

Depois de tantas tentativas em manter Garfinho salvo, o novo brinquedo se perde.

Além de uma divertida história de resgate, os brinquedos se veem diante de uma dúvida: o que faz um objeto comum um brinquedo especial?

Movidos pela imaginação de seus criadores, os brinquedos de Toy Story também tiveram seu tempo de amadurecimento, assim como o menino Andy, que teve que deixá-los de lado na fase da adolescência.

Na aventura, o caubói Woody reencontra sua amada, uma boneca que havia se perdido há algum tempo.

Ao deparar-se com ela em sua nova forma, um brinquedo independente, que não se considera perdida, Woody se vê em um dilema pessoal.

O caubói precisa se decidir se continuará ao lado de sua dona, ou se vai descobrir o mundo fora do quarto de Bonnie. "Nós sempre pensamos nos personagens como pessoas reais, com sentimentos reais. São como se fossem nossos filhos", disse Cooley.

FÓRMULA.

Depois de três filmes extremamente bem sucedidos, a Pixar teve um novo desafio ao criar o quarto filme da franquia. De acordo com o diretor, o grupo de produtores sempre tentou não se repetir, não cair em clichês ou levar os personagens para comportamentos que eles nunca teriam em cena.

"Sempre tentamos ir para o outro lado, mantivemos esse espírito. Nós temos os computadores mais avançados do mundo, mas fizemos um personagem feito com um garfo [risos].", completa Cooley, que também dirigiu Divertidamente e Coco, dois filmes da também produzidos pela Pixar..

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