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Balanço da sessão

A Câmara de São José dos Campos aprovou 18 projetos na sessão de quinta-feira. Nove textos deram nomes a ruas e vielas. Outros dois concederam títulos de cidadão joseense.

Corpo de Bombeiros

Outros três projetos aprovados pelos vereadores, de autoria de Felicio Ramuth (PSDB), prorrogam por 25 anos a permissão de uso de três imóveis cedidos pela prefeitura ao Corpo de Bombeiros -- na Vila Industrial, na Vila Betânia e também no Parque Industrial.

Catarata

A Câmara de Taubaté aprovou requerimento em que o vereador Neneca (PDT) solicita o número de pacientes que aguardam por uma cirurgia de catarata no município e pede que seja realizado um mutirão para reduzir a fila de espera.

Camelódromo

Outro requerimento aprovado, do vereador Dentinho (PV), faz questionamentos a respeito no Shopping Popular, como é chamado o novo camelódromo, inaugurado em agosto de 2017 na região central de Taubaté.

Problemas

No requerimento, Dentinho narra que o espaço está com muitas lojas fechadas e questiona por que os interessados que estão na lista de espera não foram chamados ainda para substituir aqueles que desistiram.

Lista grande

O vereador ainda pediu a adoção de uma série de medidas, como reposição de extintores e mangueiras de incêndio que foram furtados, aumento da segurança, implantação de rampa para o piso superior e melhorias na fachada do espaço.

E o AME?

Também foi aprovado um requerimento em que a vereadora Graça (PSD) cobra do governo Ortiz Junior (PSDB) informações sobre a conclusão da obra do AME (Ambulatório Médico de Especialidades).

Novela - Parte 1

Promessa de campanha de Ortiz em 2012, a construção do AME foi anunciada no fim de 2013, com previsão de conclusão para agosto de 2014. A obra, no entanto, começou apenas em agosto de 2015, com previsão de conclusão em 12 meses.

Novela - Parte 2

O custo seria de R$ 10,43 milhões, mas a construtora responsável abandonou o serviço no fim de 2016, após executar 30,18% do AME e 8,25% do Lucy Montoro. A empresa chegou a receber pelo menos R$ 1,71 milhão.

Novela - Parte 3

A obra foi retomada apenas em setembro de 2017, com custo extra de R$ 10,457 milhões e prazo de 18 meses. Ou seja, deveria ter ficado pronta em maio. Depois, prazo passou para julho. Ortiz terá 15 dias para responder requerimentos.

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