INTOLERÂNCIA DA IGREJA
Como pudemos ver no passado e, agora, no dia 12 de outubro de 2019, a igreja católica mostrou a intolerância expressa por uma das suas mais altas autoridades. Sou católico e diante disso, e cada vez mais, acredito que ninguém precisa ter religião para ter senso de moral. Se uma pessoa não consegue distinguir o certo do errado então lhe falta caráter e não religião. A sociedade deve parar de culpar Deus ou o diabo e começar a admitir que é ela quem produz o bem ou o mal, em razão do livre arbítrio que cada um carrega consigo, como foi o caso do arcebispo em Aparecida. Religião não é prerrogativa nem pré-requisito para a bondade. Ninguém é bom porque reza nem é mau porque não reza. Religião nunca foi uma fábrica de boas pessoas. Religião é, entre outras coisas, uma espécie de escola de bons costumes e, como toda escola, pode formar bons e maus alunos, dependendo do que aluno tem como base; do que carrega no âmago do seu coração. Isso é tão verdadeiro que vemos nos jornais, de forma recorrente, bispos, padres, pastores e outros dirigentes religiosos, acusados de pedofilia, roubando dízimos e doações dos fiéis, proprietários de vários apartamentos, casas lotéricas e outros bens, amealhados no exercício da função eclesiástica e, invariavelmente, em nome de "laranjas" ou incompatíveis com os salários que recebem. Então fica claro que a vida na ética não tem nada a ver com religião. A trajetória de cada um é pautada na essência que recebe em casa e nas influências fora de casa, do tipo: "{Sou = [(qualidades inatas) (ambientes vividos)]}".
Antonio Carlos R. Santos
Jacareí
LARANJAS A RASPADINHAS
O presidente Jair Bolsonaro não aprende. Entra em confusão aonde não deve, e prejudica o humor do mercado e até a imagem do País, como exemplo: caso das queimadas na Floresta Amazônica. Porém, agora, decidiu comprar briga com o presidente do partido PSL, Luciano Bivar, que o acolheu na vitoriosa campanha eleitoral, que é investigado, e até recebeu na sua casa a visita da Polícia Federal, por supostas candidaturas laranja no último pleito. Mas, como no mundo da politica nada fica sem troco, agora, o presidente, vê o ex-assessor de seu filho Eduardo Bolsonaro, o deputado estadual (PSL-SP) Gil Diniz, nas paginas policiais da imprensa, sendo denunciado por um ex-assessor como o Alexandre de Andrade Junqueira, de que Gil, supostamente recebia parte dos salários de seus assessores, a tal rachadinha. Já Bolsonaro, que esta fazendo o diabo, e até acordo fez com ministro Dias Toffoli, para livrar seu filho senador Flávio Bolsonaro, de investigação sobre tais rachadinhas na época em que era deputado estadual no Rio, agora, tem esse querido amigo de sua família Gil Diniz, que, inclusive deseja elege-lo prefeito de São Paulo, no pleito municipal de 2020. No fundo, no fundo, parece que Bolsonaro gosta mesmo é de entrar em fria.
Paulo Panossian
São Carlos-SP
IMAGEM BARRADA
Sou católico, mas parabenizo a juíza. Dinheiro público é para saúde, ensino, segurança, saneamento básico etc. Aparecida não precisa dessa imagem para atrair turistas. Já é o maior centro de turismo religioso do país mas, com certeza, tem inúmeras outras prioridades.
Helder Caires
São José dos Campos
IMAGEM BARRADA 2
É uma pouca vergonha. O dinheiro que usa para fazer uma estátua da Aparecida e a prefeitura doar o terreno, porque não constrói um monte de casa e dá para quem precisa? Tirar os moradores da rua onde tem e ajudar na saúde é mais importante hoje nesse Brasil. Parabéns à juíza.
Wellington Souza
São José dos Campos
IMAGEM BARRADA 3
Não sou católico, respeito as religiões, mas o que mais me espanta é uma associação que eu nem sabia que existia, ir contra o cristianismo em si. Basicamente é a prova irrefutável da existência de Deus, isso só por eles se incomodarem e irem contra qualquer coisa do cristianismo.
Marcellus Losch
São José dos Campos
IMAGEM BARRADA 4
Qual será o próximo passo? Demolir a imagem do Cristo Redentor no morro do Corcovado no Rio de Janeiro? É perfeitamente possível continuar sendo ateu e respeitar a fé dos outros.
Luciano Guimarães
São José dos Campos
EMBRAER E BOEING
Que se esgotem todos os recursos, pois nosso país e a sua economia foram prejudicados na forma que essa aquisição se deu. Não há acordo, na realidade, nem fusão, há uma aquisição agressiva. O poder de veto foi abdicado de forma contrária a nossa soberania e interesses. Muitos interesses pessoais em jogo.
Michel Rodrigues
São José dos Campos