RISCO. Contratado por 10 empresas prestadoras de serviço da Revap, o advogado Alexandre Pereira disse que o caso transcendeu a esfera trabalhista. "As empresas me contrataram porque o litígio extravasou o âmbito trabalhista, entrando na esfera criminal, necessitando de apoio jurídico especializado. Muitos empregados estavam abandonando por temer serem vítimas desses crimes", afirmou.
"Há uma clínica geral do crime sob o manto da questão sindical", disse uma fonte. "Estão extorquindo trabalhadores".
A Revap confirmou os bloqueios na portaria e disse que não interfere nas relações entre as empresas contratadas, seus trabalhadores e sindicatos..