Um pedido de vista do vereador João Vidal (PSB), da oposição, adiou a votação do projeto do prefeito Ortiz Junior (PSDB) que visa destinar a agentes de segurança pública "no mínimo 10%" das unidades de conjuntos habitacionais que tiverem participação do município.
O texto tenta legitimar a destinação de 35 apartamentos de dois conjuntos habitacionais do Barreiro a policiais civis e militares, guardas municipais e agentes penitenciários. A simples aprovação do projeto não garantirá a permanência dos agentes no conjunto, que é contestada pelo MPF (Ministério Público Federal). O motivo: o piso salarial das categorias é superior a R$ 1.800, que é a renda familiar máxima da faixa 1 do Minha Casa Minha Vida.
Caso a lei municipal seja alterada, no entanto, o governo Ortiz vai solicitar que o governo federal altere a faixa do programa nos conjuntos.