O Novo emitiu uma nota para rebater as críticas feitas pelo professor Gabriel Pinelli, que deixou o partido após ser reprovado no processo seletivo que irá definir o candidato da legenda à Prefeitura de Taubaté.
O Novo negou que Pinelli tenha sido reprovado após informar que não teria recursos para custear sua própria campanha.
"É natural que no processo alguns reprovados venham se sentir ressentidos, mas é importante frisar que o poder aquisitivo não é um fator eliminatório. O que consta no edital é que o candidato deve ter meios de arrecadar o valor de campanha, isso porquê com orgulho não utilizamos o fundo eleitoral", diz trecho da nota, emitida em conjunto pelos núcleos de Taubaté e São José dos Campos.
A legenda argumentou que o processo seletivo "tem como etapas análise curricular e entrevistas presenciais", que é feito por equipe "competente e de forma totalmente imparcial", e que são cobrados "requisitos como capacidade de gestão, postura e fidelidade aos ideais do partido".
O Novo ainda classificou as críticas como "totalmente descabidas" e como "uma manobra política de alguém que foi reprovado e ainda quer concorrer a qualquer custo".