Brasil

Após assassinato, Mourão compara narcotráfico à guerrilha

Por |
| Tempo de leitura: 1 min
Opinião. O presidente em exercício, Hamilton Mourão, em Brasília
Opinião. O presidente em exercício, Hamilton Mourão, em Brasília

ANÁLISE. O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse nesta segunda-feira que, em alguns lugares do Brasil, as forças policiais do Estado vivem uma guerra contra o narcotráfico e podem acontecer tragédias como a da morte da menina Ágatha Félix, de 8 anos.

"Infelizmente as narcoquadrilhas que operam no Brasil viraram uma guerrilha. Se você compara com a Colômbia, é a mesma coisa que as Farc [Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia]", disse, ao deixar o gabinete da Vice-Presidência, nesta desta segunda.

Para Mourão, os traficantes brasileiros estão estruturados como as guerrilhas, com forças que atuam no combate, forças de apoio e de sustentação, incluindo médicos, advogados e sistemas para lavagem de dinheiro. "Então, infelizmente, nós temos que reconhecer que em determinados lugares do Brasil se vive uma guerra", disse Mourão.

De acordo com relatos de moradores, o tiro teria sido disparado por policiais militares. Já a Polícia Militar informou que as equipes da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) Fazendinha foram atacadas de várias localidades da comunidade e os policiais revidaram à agressão.

"É a palavra de um contra o outro", disse Mourão..

Comentários

Comentários