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'FISSURADO'Madson é só empolgação

Por Gazetapress@jornalovale |
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Chegada. Madson durante treino no CT Rei Pelé, em Santos
Chegada. Madson durante treino no CT Rei Pelé, em Santos

Madson vestiu a camisa 13 do Santos e foi apresentado oficialmente no fim da manhã desta quinta-feira, no CT Rei Pelé. Ele chega para substituir o "ídolo" Victor Ferraz e brigar por posição com Pará. "Fissurado" em assistir futebol, Madson explicou as diferenças no estilo de jogo para Ferraz.

"Ele (Victor Ferraz) é um jogador mais técnico, de construção curta, joga por trás da linha ofensiva. Bom passe, mas pouca infiltração e linha de fundo. Sou o contrário, dou opção na frente, principalmente de ultrapassagem, atacar espaço e chegar na área. Quem vai dar o feeling é o Jesualdo, vamos treinar e ele vai me orientar. Quero assimilar o mais rápido possível", disse Madson.

Madson também elogiou Pará e quer aprender com o companheiro de posição no Peixe. "Com certeza. Pará tem história no Santos, conquistou títulos, Paulista, Copa do Brasil, tem peso grande no elenco. Venho para ajudar, aprender e aprender com ele também. Conhece o Santos, jeito de jogar, clima, está bem ambientado. Espero entrosar o mais rápido possível, fazer meu trabalho e deixar nas mãos do torcedor. Quem o professor utilizar, o Santos estará bem servido na lateral", afirmou o camisa 13.

Madson foi envolvido em troca com Victor Ferraz no Grêmio. Ele tem 28 anos, esteve no Athletico-PR em 2019 e assinou até dezembro de 2022.

SOTELDO.

O presidente do Santos, José Carlos Peres, costuma falar sobre a dificuldade financeira para honrar os compromissos do clube. Mesmo assim, não pensa em negociar Yeferson Soteldo. A não ser pela multa rescisória.

"Soteldo desequilibra. Difícil vender quem desequilibra por valor baixo. 50 milhões de euros dá para discutir. É o que vale…", disse Peres, ao programa Esporte por Esporte.

A ideia de Peres é fazer caixa com jogadores "dispensáveis": úteis, mas com possível substituição no próprio clube.

"Intenção nossa é não perder ninguém. Ir pelo menos até o meio do ano com esse time. Esperamos não vender jogadores que fazem a diferença, Marinho, Sasha, Soteldo…", afirmou Peres.

"Mas sem dinheiro não se faz futebol. Infelizmente, nossa média de público é baixa. Santos é um milagre. Tem pouco dinheiro e sempre está no topo", concluiu..

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