Primeiro mês do ano, um bom momento para reflexões sobre o que provoca (in)felicidade e bem estar. Primeiramente, se faz necessário entender que é muito improvável alcançarmos todas as metas estabelecidas, evitarmos as frustrações e as dores emocionais - inerentes ao viver humano. Mas, apesar disso, podemos nos sentir felizes. Como? Deixar de sonhar, de estabelecer metas, planejar a vida? A resposta é não, pois é importante planejar a vida através dos sonhos e desejos. Contudo, também é preciso considerar que imprevistos acontecem e se lembrar de que não controlamos a vida e suas muitas variáveis, o que nos impõe a flexibilidade como condição fundamental no planejamento da vida.
Pensando além das metas, o ano também pode começar com planejamento de ações práticas. Por exemplo: Se você quer estudar, procure por um curso e matricule-se. Se quer rever amigos, entre em contato com eles. Se quer fazer exercícios vá amanhã mesmo caminhar ou correr. Para todos os itens da sua lista, busque seguir esse raciocínio: o que eu quero? Por quê? Como alcançarei?
Somado a estes aspectos, é essencial analisarmos se as metas estabelecidas são alcançáveis, realistas e contingenciáveis. Por último, acrescento um importante elemento: a simplicidade. Em geral, complicamos o que deveria ser simples, e nos perdemos no tempo que não tem piedade em passar velozmente por nós.
Então, fica a receita para um ano com uma expressiva sensação de bem estar e felicidade: sonhe, planeje e descomplique!.