BATALHA. O impasse jurídico começou em novembro de 2018, quando, após ação da Defensoria, a Justiça condenou a prefeitura a "promover efetiva participação de representantes dos usuários no estudo, auditagem e definição das tarifas do transporte público". Foi essa decisão que fez com que a Justiça limitasse os reajustes pretendidos pelo governo Felicio em 2019 e 2020. Para a gestão tucana, a lei foi cumprida com a aprovação da auditoria do sistema pelo Comob (Conselho Municipal de Mobilidade Urbana), em outubro passado. Já a Defensoria cobra a realização de uma auditoria externa e independente, e que todos os passos desse trabalho sejam acompanhados pela sociedade..
11 de julho de 2026
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