Política

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Balanço de 2019

A Câmara de São José dos Campos apreciou mais de 11 mil documentos em plenário em 2019, entre requerimentos, indicações e moções. Ao todo foram 3.332 requerimentos e 7.719 indicações, além de 213 moções.

Temas

Sugestões de serviços de manutenção pública (troca de lâmpadas, reparo de calçadas, instalação de lombadas, podas de árvore e limpeza de ruas e avenidas) compõem a maior parte das indicações, segundo balanço divulgado pela Câmara.

Fake news

A vereadora Loreny (Cidadania), pré-candidata à Prefeitura de Taubaté, disse ter sido alvo de duas 'fake news' no início desse ano. Uma delas dizia que a parlamentar estava dirigindo o carro que se envolveu em um acidente no mês passado, na Avenida Marrocos, que matou uma motociclista de 19 anos.

Grande mentira

"Grande mentira, eu não passei nem perto desse acidente. E eu só tenho andado de Uber", disse a vereadora, em vídeo postado nas redes sociais na noite de quarta.

Abandono de cachorro

A segunda 'fake news' dizia que Loreny havia abandonado um cachorro com deficiência, que não tem as patas dianteiras. O vídeo, no entanto, ocorreu em São Leopoldo (RS).

Vergonhoso

"Embaixo [do vídeo] colocaram a minha foto, colocando: 'divulguem a cara dessa filha da p***, para que todo mundo veja quem é essa pessoa'. Outra mentira vergonhosa, esse vídeo aconteceu em outro estado do nosso país, está rodando o Brasil inteiro", afirmou.

Jogo sujo

"Isso é muito grave, muito feio, e tem a ver com o jogo sujo da política de Taubaté, das pessoas que estão no poder há muitos anos e não querem largar o poder, que praticam a política de um jeito sujo, de um jeito velho", finalizou Loreny.

Cemitério S/A

Após viralizarem nas redes sociais fotos sobre o abandono no cemitério municipal de Taubaté, Gabriel Pinelli, pré-candidato a prefeito pelo Avante, sugeriu a privatização do espaço para solucionar os problemas.

Privatização

"Não tem outra solução para o cemitério municipal de Taubaté que não seja a privatização. Governo tem que cuidar da Saúde, Segurança e Educação. O resto, que a iniciativa privada cuide, invista e faça a gestão".

Regras

"Importante: Quem dita as regras do acordo é o Poder Público Municipal, que pode e deve colocar termos com linhas de isenção para público mais carente, como fez a Prefeitura de SP. Ao conceder o espaço, é preciso contrapartidas da empresa".

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