NEGLIGÊNCIA

Mães são presas após criança de 3 anos morrer em incêndio

Por Da Redação | Campinas (SP)
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação
Mães são presas após criança de 3 anos morrer em incêndio
Mães são presas após criança de 3 anos morrer em incêndio

Duas mulheres foram presas em flagrante após um incêndio que matou uma criança de 3 anos e deixou outras duas gravemente feridas. Os três menores estavam sozinhos dentro da residência no momento em que as chamas começaram.

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O caso aconteceu na Rua Itapemirim, no Jardim Itayu, em Campinas, no interior de São Paulo, na tarde desta terça-feira (15). As mães foram autuadas por abandono de incapaz com resultado morte e lesão corporal grave, segundo o registro policial.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas para atender à ocorrência. Quando chegaram ao endereço, o Corpo de Bombeiros já trabalhava no combate ao incêndio.

Durante o atendimento, os bombeiros encontraram em um dos quartos o corpo de uma criança. A vítima foi identificada como Miguel Henrique Pedroso de Oliveira, de 3 anos. Segundo o registro, o corpo estava carbonizado.

As outras duas crianças, de 3 e 6 anos, foram resgatadas com vida e levadas inicialmente para a Unidade de Pronto Atendimento Carlos Lourenço.

Devido à gravidade dos ferimentos, uma delas foi transferida para o Hospital de Clínicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e a outra para o Hospital Municipal Mário Gatti.

Imóvel estava em condições precárias

A causa do incêndio ainda não foi esclarecida. Durante a ocorrência, entretanto, os policiais constataram que o imóvel apresentava condições consideradas extremamente precárias e insalubres.

Segundo o registro, havia sujeira e condições inadequadas de habitação no local.

Uma testemunha relatou à polícia que sentiu cheiro de fumaça e ouviu as crianças gritando por socorro. A pessoa tentou entrar na residência, mas não conseguiu porque um sofá bloqueava a passagem.

A Polícia Civil solicitou perícia no imóvel para auxiliar na investigação e esclarecer como o incêndio começou.

As duas mulheres, identificadas como Steffane e Naila, foram presas em flagrante e encaminhadas à Cadeia Feminina de Paulínia. A investigação continua.

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