CRIME MACABRO

Casal mata amante, enterra corpo e fica com o bebê da vítima

Por Da redação | São Paulo
| Tempo de leitura: 2 min
Imagem ilustrativa

Um casal foi preso nesta quinta-feira (10) suspeito de matar a amante do homem, enterrar o corpo dentro da própria casa e permanecer com o filho de um ano da vítima, em Itaquera, na zona leste de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, o corpo estava ocultado no imóvel havia cerca de dois meses.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp

O crime foi descoberto após uma denúncia anônima informar à polícia sobre um possível homicídio e a ocultação do corpo. Policiais militares foram até uma residência na rua Carangará, onde o homem teria confessado o crime e indicado o local em que a vítima estava enterrada.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para auxiliar na escavação. O corpo da mulher foi localizado dentro de um dos quartos da casa, enterrado a mais de um metro de profundidade.

Mulher teria sido empurrada de escada

De acordo com as informações iniciais repassadas à polícia, o homem, de origem boliviana, afirmou que sua companheira, também boliviana, teria sido responsável pela morte da amante.

A vítima teria sido encontrada dentro da residência e iniciado uma discussão com a suspeita. Durante o conflito, segundo o relato inicial, a mulher teria empurrado a amante pela escada.

A polícia ainda apura as circunstâncias da morte e também a informação de que a vítima poderia estar grávida quando foi assassinada.

Casal ficou com filho de 1 ano

Após a morte, segundo a Polícia Militar, os suspeitos teriam permanecido com o filho de 1 ano que a vítima teve com o homem.

A criança estava sob os cuidados do casal enquanto o corpo da mãe permanecia enterrado dentro da residência.

O casal foi preso e levado para o 24º Distrito Policial (DP), onde o caso é investigado. A polícia apura a dinâmica do crime, a participação de cada suspeito e as circunstâncias que levaram à ocultação do corpo por aproximadamente dois meses.

Comentários

Comentários