Campinas chegou a 3.735 casos confirmados de dengue em 2026 e mantém 33 bairros classificados com alto risco de transmissão da doença.
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Os dados constam no 34º Alerta Arboviroses, divulgado nesta quinta-feira (20) pela Secretaria Municipal de Saúde. O balanço considera os registros feitos entre 1º de janeiro e 17 de agosto.
A Prefeitura também informou que, desde o começo do ano até 13 de agosto, foram realizadas 1.101.634 visitas a imóveis para controle de criadouros e ações educativas, além de 53.382 visitas para nebulização costal.
Mesmo com o reforço das ações, o mosquito continua encontrando ambiente favorável dentro das próprias residências. Segundo levantamento citado pela Secretaria de Saúde, 80% dos criadouros estão dentro das casas.
Veja os 33 bairros em alto risco
Na região Leste, aparecem Vila Costa e Silva e Vila Miguel Vicente Cury.
Na Noroeste, estão Cidade Satélite Íris II e IV, Jardim Rossim, Vila Padre Manoel de Nóbrega, Jardim Garcia, Vila Castelo Branco, Jardim Londres, Jardim Paulicéia e Núcleo Residencial Princesa D'Oeste.
Na região Norte, o alerta inclui Vila Boa Vista, Parque Via Norte, Jardim São Marcos, Jardim Campineiro e Vila Esperança.
Na Sudoeste, entram Núcleo Residencial Vila Vitória, Jardim Marajó, Residencial Vida Nova, Chácara São José, Jardim Cristina, Jardim Aeroporto e Jardim São Francisco.
Na região Sul, aparecem Jardim Nova América, Jardim Irmãos Sigrist, Jardim Campo Belo I e II e Cidade Singer I e II.
Já na Suleste, estão Vila Marieta, Vila Paraíso, Vila Santa Odila, Jardim Cura D'Ars e Vila Georgina.
Como os bairros entram no alerta
A classificação não considera apenas o número absoluto de casos. A Saúde analisa também incidência da doença, surgimento de nova transmissão, imóveis sem acesso para vistoria, densidade populacional e necessidade de reforço das ações dos agentes.
Os bairros que entram na lista passam a receber ações intensificadas de combate ao mosquito. O alerta também vale para áreas menores próximas das regiões destacadas.
A Prefeitura reforça que a prevenção precisa continuar em toda a cidade, inclusive nos bairros que apareceram em edições anteriores e deixaram de constar no alerta atual.
Combate começa dentro de casa
A principal orientação continua sendo eliminar qualquer ponto com água parada.
A recomendação é evitar acúmulo em latas, pneus e recipientes, manter caixas-d'água vedadas, retirar ou higienizar os pratos dos vasos e deixar fechados vasos sanitários que não estejam em uso.
As visitas domiciliares são realizadas por agentes comunitários de saúde, agentes de controle ambiental e profissionais contratados pela Prefeitura para o combate às arboviroses.