CRIME

Homem confessa chacina e diz que pastor era alvo por dinheiro

Por Da Redação | Manaus (AM)
| Tempo de leitura: 2 min
Pixabay
Ezenilson Silva de Sousa foi preso pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros
Ezenilson Silva de Sousa foi preso pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros

Um homem preso após uma chacina que deixou quatro mortos confessou o crime e afirmou à polícia que o principal alvo era um pastor, que, segundo ele, guardava dinheiro em casa. O suspeito teria usado um martelo durante o ataque.

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O crime aconteceu no bairro São Jorge, em Manaus (AM). Ezenilson Silva de Sousa foi preso pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros e, segundo a investigação, declarou que cometeu os assassinatos na tentativa de conseguir dinheiro para quitar dívidas com agiotas.

Pastor seria principal alvo

Segundo o relato apresentado pelo suspeito à polícia, Francisco Chagas, de 81 anos, era o principal alvo da ação. Ezenilson teria afirmado que sabia que o pastor mantinha dinheiro em casa.

A investigação ainda busca esclarecer se alguma quantia foi levada do imóvel após o crime. A Polícia Civil também apura a possibilidade de participação ou auxílio de outras pessoas na ação.

Quatro pessoas morreram

Além do pastor, outras três pessoas morreram durante o ataque. Entre as vítimas estão Isabela Chagas, de 28 anos, filha de Francisco, e Guilherme Pereira Lima Filho, de 66 anos, professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

De acordo com a Polícia Militar, quando as equipes chegaram ao imóvel, três vítimas já estavam mortas.

Uma quarta pessoa ainda foi encontrada com vida e recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Apesar do socorro, ela não resistiu aos ferimentos e morreu posteriormente.

Suspeito teria usado martelo

Conforme o depoimento atribuído a Ezenilson, o martelo foi utilizado durante o ataque. A polícia investiga a dinâmica dos assassinatos e busca reunir outras evidências que possam confirmar a versão apresentada pelo preso.

O suspeito permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil continua apurando o caso, incluindo a possível motivação financeira, eventual subtração de dinheiro e a participação de outras pessoas.

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