SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Após varredura na Embraer, arma não foi encontrada, confirma SSP

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação/Embraer
Polícia diz que não há materialidade de crime e dispensa partes na Embraer
Polícia diz que não há materialidade de crime e dispensa partes na Embraer

Um prédio da Embraer, em São José dos Campos, foi evacuado após a suspeita de que um funcionário estaria armado no local. O incidente foi registrado na segunda-feira (17). A polícia foi acionada e realizou vistorias, mas a arma não foi localizada.

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Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública) de São Paulo, a Polícia Militar foi acionada para averiguar uma denúncia de porte ilegal de arma de fogo. Houve vistoria nos armários dos vestiários, diligências na área externa e buscas pessoais, mas nada de ilícito foi encontrado.

Essa informação havia sido antecipada ontem por OVALE, que noticiou o caso em primeira mão.

Diante da ausência de materialidade do crime, as partes foram liberadas.

De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, a denúncia teria partido de um supervisor e o episódio teria resultado em uma demissão.

"Demitiram o trabalhador de manhã, suspeitaram que ele estava com arma, chamaram a polícia, arrombaram todos os armários... E, como se não bastasse tudo isso, a Embraer fez um 'corredor polonês' na saída do hangar e fez cada funcionário abrir a mochila e ser revistado, porque acha que a arma estaria com outro funcionário", afirmou Hebert Claros da Silva, diretor do sindicato.

A empresa, no entanto, não confirmou a demissão. Procurada pela reportagem, a fabricante limitou-se a informar que está colaborando com as autoridades responsáveis pela apuração do caso.

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