Um homem é suspeito de matar a ex-companheira e enviar uma foto do corpo da vítima para o próprio filho, no interior de São Paulo. A mulher foi encontrada sem vida por um familiar dentro da residência onde morava.
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O crime aconteceu no interior paulista. Segundo as informações iniciais, a vítima já havia denunciado o ex-companheiro por agressão e possuía uma medida protetiva contra ele. Mesmo com a determinação judicial, o homem teria voltado a se aproximar da mulher.
Após o crime, o suspeito foi localizado ferido e encaminhado para um hospital. Ele permanece internado sob custódia. A polícia deverá investigar as circunstâncias em que o homem ficou ferido e a dinâmica da morte da ex-companheira.
Foto do corpo foi enviada ao filho
De acordo com as informações apuradas, depois de matar a mulher, o suspeito teria enviado ao filho uma foto do corpo da vítima. O familiar que recebeu a imagem teria tomado conhecimento da situação e, posteriormente, a mulher foi encontrada morta dentro da própria casa.
A vítima foi localizada por um familiar, que acionou as autoridades. A morte deverá ser investigada como feminicídio, crime caracterizado pelo assassinato de uma mulher em razão da condição do sexo feminino, especialmente em contextos de violência doméstica e familiar.
Vítima já tinha medida protetiva
O caso também chama atenção porque a mulher já havia denunciado o ex-companheiro por agressão e contava com uma medida protetiva de urgência.
A medida protetiva tem como objetivo impedir ou restringir a aproximação do agressor em situações de violência doméstica. Mesmo assim, o suspeito teria conseguido chegar até a vítima.
A existência da medida deverá ser considerada durante a investigação, que deve apurar se houve descumprimento da ordem judicial e quais foram as circunstâncias que antecederam o assassinato.
Suspeito está internado sob custódia
Após ser localizado ferido, o homem foi levado para atendimento médico. Ele permanece internado no hospital sob custódia policial.
Segundo as informações iniciais, assim que receber alta médica, o suspeito deverá ser encaminhado para a prisão e responder pelo crime de feminicídio.
A investigação deverá reunir depoimentos de familiares e testemunhas, além de analisar evidências encontradas no local do crime e a comunicação enviada pelo suspeito ao filho.
Investigação
A polícia deverá esclarecer a dinâmica do assassinato e verificar as circunstâncias envolvendo a medida protetiva que já havia sido concedida à vítima.
O caso reforça a importância de denúncias em situações de violência doméstica e ameaça contra mulheres, especialmente quando há histórico de agressões e medidas judiciais de proteção.
As autoridades ainda deverão confirmar oficialmente todos os detalhes da ocorrência e as circunstâncias que levaram à morte da mulher.