A Polícia Civil identificou um homem como suspeito de furtar luminárias e fios de cobre de um restaurante na Vila Ema e de um estacionamento na Vila Adyana, em São José dos Campos, no dia 2 de julho. Segundo investigação conduzida pelo 1º Distrito Policial, o investigado usava a escalada para acessar os estabelecimentos e retirar os materiais.
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O delegado Reinaldo Checa informou que formalizará o indiciamento e pedirá a prisão preventiva. O suspeito está sob medidas cautelares diversas da prisão.
Os dois casos ocorreram em estabelecimentos comerciais da região central ampliada de São José dos Campos.
Um dos alvos foi o Restaurante Chaparral da Villa, localizado na avenida Heitor Villa-Lobos, no bairro Vila Ema. O outro furto ocorreu no Estacionamento Nove de Julho, na de mesmo nome, no bairro Vila Adyana.
Crimes foram atribuídos ao mesmo suspeito
As ocorrências constam em boletins de ocorrência. A Polícia Civil atribuiu os dois crimes ao mesmo suspeito após as diligências conduzidas por investigadores do 1º Distrito Policial. A GCM (Guarda Civil Municipal) deu apoio para os investigadores e teve papel importante na identificação do autor.
A nota não informa os horários dos furtos, o valor total do prejuízo ou se os estabelecimentos precisaram suspender as atividades após a retirada dos equipamentos.
Também não há informação sobre a recuperação das luminárias ou dos fios de cobre levados dos dois locais.
Suspeito utiliza a escalada para furtar
A Polícia Civil afirma que o homem possui um padrão de ação marcado pela escalada de estruturas para alcançar luminárias e instalações elétricas.
Depois do acesso aos pontos elevados, ele retiraria luminárias e fios com cobre, materiais que possuem valor no mercado de metais e podem ser transportados com relativa facilidade.
Não há informações se o suspeito agiu sozinho, quanto tempo permaneceu nos estabelecimentos ou qual meio utilizou para deixar os locais.
O delegado Reinaldo Checa informou que pedirá a prisão preventiva após o indiciamento. Esse pedido ainda precisará de análise judicial.
A Polícia Civil não informou se atribui ao homem o descumprimento das cautelares ou se o pedido se apoia na suspeita de repetição de crimes. Também não foi divulgada a quantidade de luminárias e fios levados de cada estabelecimento, além do valor dos danos.
A defesa do investigado não foi localizada para manifestação. O espaço permanece aberto para a apresentação da versão do homem citado pela Polícia Civil.