Um professor foi encontrado morto dentro de casa após, supostamente, marcar um encontro por um aplicativo de relacionamento em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. A Polícia Civil investiga se o homicídio tem ligação com o encontro, enquanto trabalha com as hipóteses de latrocínio (roubo seguido de morte) e crime motivado por homofobia.
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A vítima foi identificada como Marcos Rogério da Costa. O corpo foi localizado na tarde da última sexta-feira (10) por uma mulher responsável pela limpeza da residência, que acionou as autoridades ao encontrar o professor sem vida.
Segundo informações apuradas pela TV Anhanguera, o delegado Victor Pereira Avelino informou que o crime ocorreu no mesmo dia em que o corpo foi encontrado. A investigação segue sob sigilo para não comprometer a coleta de provas.
Aplicativo de relacionamento é uma das linhas de investigação
De acordo com a apuração, investigadores analisam se Marcos Rogério recebeu uma pessoa em casa após marcar um encontro por meio de um aplicativo de relacionamento.
A Polícia Civil busca imagens de câmeras de segurança, além de informações que possam identificar quem esteve com o professor antes do crime. Também serão analisados aparelhos eletrônicos e outros elementos que possam ajudar a reconstruir os últimos momentos da vítima.
Até o momento, a polícia não confirmou oficialmente se houve, de fato, um encontro nem se essa circunstância está diretamente relacionada ao homicídio.
Latrocínio e homofobia são hipóteses
Entre as principais linhas de investigação está a possibilidade de latrocínio. A hipótese ganhou força porque, conforme a apuração feita pela TV Anhanguera, documentos pessoais e o carro de Marcos Rogério não foram encontrados na residência após o crime.
Outra possibilidade considerada pelos investigadores é que o assassinato tenha sido motivado por homofobia. No entanto, nenhuma das hipóteses foi confirmada até o momento.
A Polícia Civil segue realizando diligências para esclarecer a autoria, a motivação e a dinâmica do crime.
Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso.